oportunidade, candidato ou suicídio.
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
terça-feira, 26 de junho de 2018
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Manha
Átrio, atributo do inacabado,
lapidar radiante do verbo sem
sentido.
Infinito obsessivo do ponto
contínuo.
Gesto fálico da manhã insípida.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
Vento no sicômoro
Sopra o
e os olhos flutuantes suspiram memórias
na aresta infinita do sargaço esguio.
Sereias ensimesmadas banham-se em ondas
de lavanda.
A raga implora para o vento xucro.
Me leve, me arraste.
E o vendaval incrédulo anseia o apagar
de seu corpo toda dor.
Levo as mãos em concho ao ouvido
Ruídos rasgam-me a alma orquestrados
pelo escritor zen.
A cura do berimbau é nada
e reflete no oceano de quens
calada pelos
esturros etéreos.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Céuzento
Vejo
céu no cinza
em
brumas urbanas
anseando
pela aurora.
Espectros
de anjos observam
e
rogam por um desfecho abissal.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Crendices
Xango
mandou banho de ofurô em estrela.
Ya raiou em mantra e implorou pelas núpcias da
escuridão.
Lágrimas
rastejaram em mantra de avenca perfumada.
Fez-se
silêncio abissal. Neste instante, renasceu o pomar de abios.
Todos
engoliram o sobranceiro.
O
sopro secular assoviou lambendo úlceras e algos.
Vomitou
elogios etéreos.
Enquanto
o espírito entretece uns oráculos,
Jasmins
bailam e se calam.
O
baile da concha alva jaz além.
perdido
no papel de arroz.
Entre
o sublime toque do unicórnio e a radiação infinita.
Pedras
me elogiam. Orgulho irrequieto.
Certeza
do concreto invisível e do calabouço.
Eu
em mim.
domingo, 10 de abril de 2016
Lendas
O
unicórnio esconde-se na profundeza abissal
Temendo o
espelho de rima e renúncia
Reflexo
do erudito inacabado
Famintos
Famintos e regenerados, os ácaros nos gânglios
lambuzam-se em mentiras e teares
Sob o assédio do ópio, regozijam-se
e lamentam o abismo como fim do desassossego.
A palavra em seu estado puro, morre.
Renasce o tímpano.
Baleias azuis rodopiam na mira de manadas de vendavais.
A dança do quarto é infinita.
A viola de gamba cala-se. O silêncio triunfa.
A avenca prenuncia o fim do éden
à sombra da luz do biombo.
lambuzam-se em mentiras e teares
Sob o assédio do ópio, regozijam-se
e lamentam o abismo como fim do desassossego.
A palavra em seu estado puro, morre.
Renasce o tímpano.
Baleias azuis rodopiam na mira de manadas de vendavais.
A dança do quarto é infinita.
A viola de gamba cala-se. O silêncio triunfa.
A avenca prenuncia o fim do éden
à sombra da luz do biombo.
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Vitrais
Favas raras de luz ecoam.
Avistam a pele da paisagem
sentindo o sabor da tábua santa.
Cópulas renascem na planta de jade
e descansam no vitral quebrado.
Trovôes
Trovões golpeiam e os deuses vibram: é o fim.
Revelada a nudez da água, a brisa desfalece no acalanto do banzo.
Camáldulas, perdidas em quietudes, anseiam na buliçosa reboada dos
coqueiros.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
existência
Ali onde não mais
perto do arvoredo
sementes temem píncaros de glória
sobrevivendo aos instantes do absurdo
perto do arvoredo
sementes temem píncaros de glória
sobrevivendo aos instantes do absurdo
quarta-feira, 24 de julho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A casa lar
Arrumar a casa
Comprar o pão
Preparar a ceia
Separar o feijão
O dia a dia tem mais
poesia do que se imagina.
Comprar o pão
Preparar a ceia
Separar o feijão
O dia a dia tem mais
poesia do que se imagina.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Omaetue
Com você perco o prumo. Me arrisco no escuro e fico sem ar. Sem você é o avesso. Todo minuto é recomeço, desapego do medo e excesso de olhar. Te amar é coragem de dizer e de calar. Num infinito de pensar, entender que o existir é cada vez mais.
Assinar:
Postagens (Atom)
Alvo
Tudo é gatilho: oportunidade, candidato ou suicídio.